terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Sororidade

Ahhhhhhh...a SORORIDADE!!! 
Você sabe o que sororidade significa, moça? Não???? Então leia logo esse texto que encontrei no site Capitolina! Tá esperando o quê pra mudar seus conceitos?


Competição Feminina (Bia Quadros)

"Este texto é um apelo. Lembrando sempre que a culpa não é nossa, e sim de uma sociedade inteira que nos diz desde sempre o que fazer e como agir.
Quando me descobri feminista conheci a palavra sororidade. O significado dela, segundo o site dicionário informal, é “o pacto entre as mulheres que são reconhecidas irmãs, sendo uma dimensão ética, política e prática do feminismo contemporâneo.”Ou seja, é necessário ter empatia com todas as mulheres, não importando se eu as conheço ou não. Não amor, mas sim ajudar, estar junto. E o mais importante de tudo: entender que a sociedade inteira cria todas as mulheres a serem competidoras entre si, não irmãs.
As falas“muita mulher junta dá fofoca”e“mulher não é amiga de mulher”mostram bem este tipo de pensamento entranhado entre a gente desde sempre. Ter amigo homem, na minha adolescência, era uma espécie de troféu, já que mulher é bicho ruim, não dá para confiar. Sempre desconfiamos das outras, querendo ser melhores e competindo — sim, porque isso é uma batalha com quem deveríamos nos unir.
Mesmo feminista, ainda caio na besteira de olhar a nova mina de um ex e pensar “eu sou mais bonita do que ela, hein?”. Há uma música que gosto muito dos anos 00 que se chama “Don’t Cha”, das Pussycat Dolls. No refrão, Nicole (a vocalista) canta “Você não queria que sua namorada fosse gostosa como eu? Você não queria que sua namorada fosse maluca como eu?”. A comparação com a outra tem esse fundo, uma espécie de autoestima disfarçada de insegurança. Queremos sempre ser melhores do que as outras, mas a troco de quê?
Não é apenas em relação a homem. É amizade, no emprego, família. Estamos sempre competindo. Sempre gritando uma para as outras, sempre nos chamando de putas e piranhas. Sempre nos colocando a culpa se tem um emprego melhor, ganhando mais, tendo um namorado bonito. Sempre prontas a falar mal apenas por falar mal.
Eu venho aqui para dizer a todas que não devemos competir, devemos nos unir. Sim. Se a menina é boa aluna, caraca, que bom, parabéns! Isso não significa que você não seja. Se seu ex arrumou uma namorada que para ti não é tão bonita, tudo bem, isso não faz com que ela seja uma má pessoa. Se a sua amiga está ganhando destaque com o que está fazendo, cara, que ótimo! Ela merece isso mesmo!
Tem espaço neste mundo para ela, para você e para todas as minas, Unidas somos mais fortes. Se tiver uma miga que diz que sofre tal coisa, compreenda e abrace. Se ela disser alguma besteira, repreenda, ensine. Saiba por que esta mina te causa isso, entenda sua segurança. Precisamos ter sim sororidade com as outras. Isso inclui mãe, avó, a caixa de supermercado, sua melhor amiga. Ter paciência, não competir. Abraçar e ajudar. É algo difícil, eu sei bem. Mas é uma lição que precisamos aprender em 2016."


domingo, 17 de janeiro de 2016

Blogterapia: as marcas de um recomeço.

Olá!

Pra manter o hábito, volto com uma Blogterapia. Já que passamos 1 ano sem conversar, o que não me falta é assunto. Tem minha nova condição de empresária, minha 2ª gestação, a descoberta de uma Lorena ativista, meu VBAC (lindo!!!), o nascimento do meu segundo filhote...nossa, é assunto pra mais de metro!

Hoje, andando de bicicleta (coisa que não faço há uns 15 anos ou mais, salvo bicicletas de spinning), tomei um tombo e esse tombo, praticamente, resume o que será meu ano de 2016. Não, ele não será trágico, pelo contrário, será cheio de desafios, significados e, principalmente, de marcas assim como foi o ano passado. 2015 foi o ano do meu reencontro com a mulher que me habita, com o nascimento do Rafael e da mãe do Rafael (que já era mãe do Arthur), com a empresária que teve que emergir das minhas entranhas. Foi o ano de enfrentar uma "crise" econômica (se é que essa crise realmente existe ou é algo criado para manipular o povo...não vou entrar nesse mérito, OK) que fez com que as coisas não caminhassem como o esperado e o investimento foi grande, logo, a balança ficou negativa. Foram tantas as mudanças que tive de começar 2016 repensando a vida e fazendo alguns ajustes.

Por qual motivo relacionei o tombo com o ano que se inicia? Esse será o ano do "levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima". 2015 foi uma loucura e terminei o ano cansada, apesar de feliz. Daí, já comecei 2016 com 2 filhos e um deles tendo crises de ciúme, não tão grandes quanto imaginava que teria, mas tendo e a coisa vem piorando, assim, é o momento de me reconstruir como mãe! Quanto à crise econômica, "o seguro morreu de velho", já dizia o ditado. Estamos numa reorganização financeira em casa: enxuga daqui, diminui dali, abre mão de supérfluos que, até uns dias atrás, não eram considerados supérfluos...e aí, literalmente, entra a bicicleta. Troquei meu carro pela magrela para saldar pendências, reduzir gastos e guardar alguma grana para uma eventualidade, afinal, eu e meu marido trabalhamos em setores que vem sofrendo desde o último ano. 

Esse lance de ficar a pé me deixou um tanto atordoada, pois, há 15 anos não sei o que é uma vida sem carro. Difícil desapegar...difícil se readaptar...mas sempre possível. Estou iniciando esse processo de adaptação à uma nova vida mais simples, que acredito que me fará mais feliz, já que sempre achei que não precisamos de muita coisa para alcançarmos a felicidade, carro menos ainda, lá no fundinho do meu coração sempre tive a vontade de tomar essa atitude, mas sempre tive medo. Além disso, tem o estúdio que cresceu e preciso trabalhar mais, mesmo tendo 2 filhos pra criar (isso é tema pra um post inteiro, concordam? Trabalhar como se não tivesse filhos e criar filhos como se não trabalhasse fora?). Como faz isso? Ainda não sei, mas não posso perder tempo, é hora de aprender!

No fim do ano passado sofri um pouco com todas essas mudanças que estavam por vir, tive medo, avaliei muito os prós e contras de cada atitude que estou tomando (estamos, eu e meu marido), parei um pouco de pensar passionalmente para analisar cada ponto racionalmente e essa tem sido a parte mais difícil, os "e se..." pesam tanto que você acaba se deixando levar pela emoção e não pela razão e mantendo os maus hábitos, os maus gastos.

Voltando pro tombo, hoje busquei a magrela que minha mãe me emprestou, já que ela não está usando e resolvi ver se ainda sabia andar. Dizem que algumas coisas são como andar de bicicleta, a gente nunca esquece, né... Sei não!!! Na minha primeira tentativa me estabaquei no chão e vejam o resultado:


Mas e daí? Sabe o que eu fiz? Subi na bichinha de novo e recomecei a pedalar! A marca do tombo ficou, mas eu sou brasileira e não desisto nunca! Não caio mais! Assim como nesse ano: as coisas estão diferentes e um pouco mais complicadas...e daí!! Reinvento minha vida e 'volto a pedalar'!

Monte de beijos!  



Ressurgindo das cinzas em 3, 2...

Eu estou voltando ainda mais mãe, mais mulher, mais feminista, mais ativista, mais atarefada e mais animada pra conversar com vocês!
Vejam a novidade aí:
Agora sou mãe de 2 meninos!!!

Já já estou de volta e conto tudo o que aconteceu nesse último ano: descobertas, realizações, o surgimento de uma nova Lorena.

Aguardem!

Monte de beijos!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Dica de amiga: a bolsa de praia da criançada

Olá!
Tantos assuntos, tantas coisas acontecendo, tenho tanto para escrever e para compartilhar, mas caio sempre no mesmo assunto, fihos. É inevitável já que meu Tuquinho toma conta de parte do meu dia, parte cansada, embora feliz do meu dia. Então esse sempre é um assunto recorrente nos meus pensamentos “bloguísticos” (KKKKKKKK! Palavra nova pro dicionário de língua portuguesa!).
Janeiro mês quente de férias e de praia, pelo menos para quem vive do ladinho dela como nós, esse é um programa certo nessa época do ano. Todos já sabem que tenho um filho de 2 anos e 4 meses e uma ida à praia demanda certos cuidados e muita tralha. Confesso que não sou “rata” de praia, não curto areia, água salgada, muito menos sol, mas meu filho não pode sofrer as conseqüências da minha chatice, certo?! Então, costumamos ir nos finais de semana a Guarapari, região de praias lindas no litoral sul do meu estado, o Espírito Santo (conheçam, vale a pena! E não deixem de vir a Vitória, nossa linda cidade Sol).
No sábado resolvemos “de supetão” zarpar para Guarapa (apelido carinhoso de Guarapari). Não tínhamos nada pronto, logo, às 8:30 lá estava eu, de pé, arrumando todos os itens essenciais para um bom passeio e sempre tenho um grande check list a fazer:  além da minha bolsinha básica (4 protetores solar, canga, óculos de sol, blá, blá, blá...), há os extras do filhote. Pra falar a verdade, eu poderia ir com metade do que levo, mas ele sempre precisa de tudo! É incrível!
Pensando nisso, resolvi fazer esse post com o check list da bolsa do Arthur, já que sei que muitas mães tem dificuldades em saber o que levar, qual produto é melhor...depois de 2 anos de praia com meu fihão (kkkkkk! Muito tempo, neam?) já adquiri alguma experiência. Então lá vai:
      1)      Protetor solar específico para crianças – uso o La Roche Posay infantil, FPS 60. Uso desde os 6 meses do Tuco e nunca tive problemas, aplico sempre antes de ir à praia e reaplico de 2 em 2 horas;
2)      Spray de água termal – uso para limpar o rosto quando cai areia nos olhos, por exemplo;
3)      Lenços umedecidos – sempre tenho na bolsa, a qualquer hora em qualquer lugar;
4)      Chapéu – apesar do Tuco não querer usar, eu sempre levo e insisto;
5)      Garrafa com água – tem que oferecer o tempo todo;
6)      Roupão – acho sempre mais funcional que toalha e ocupa menos espaço;
7)      Biscoitos e frutas – sempre tenho algo para oferecer nos momentos de fome, apesar de ele já aproveitar picolé, água de coco e milho verde;
8)      Brinquedos – um dos itens mais importantes, se não o mais importante! Conjunto de baldinho, regador, pás, entre outros é sempre a distração na areia;
Essa foto é velha, gente. O Tuco devia ter 1 ano e meio aí, mas a piscina era a mesma até sábado...
9)      Piscininha inflável – não tem foto porque a perdemos hoje... Funciona bem para crianças da idade do Tuco que ainda não vão e voltam sozinhas à água;
10)   Bóia inflável – não gosto das de braço nem das de enfiar as perninhas, prefiro as tipo colete;
11)   1 muda de roupa limpa – não gosto de deixar o Arthur molhado quando saímos da praia. Se não vamos direto para casa, tento dar um banho de água doce e colocar roupas secas.
12)   Sacolinhas para roupas molhadas e lixo
13)   Barraca e cadeiras – itens comuns para mamãe e bebê, essa nossa cor “marrom bombom” de chocolate branco exige sombra sempre.
O Tuco já não usa mais fraldas, mas quando ainda as usava, colocava sempre aquelas de piscina. Elas são muito boas, não incham com a água, seguram o coco (embora não segurem o xixi) e não incomodam o baby. Tem algumas que até são reutilizáveis, mas nunca tentei, sempre usei e joguei fora. Sempre levava umas 2 sobressalentes. Outra coisa importante sobre a fralda de piscina é que, se o bebê estiver com sono, prestes a dormir, retire logo a fralda e coloque uma normal sequinha, ele ficará mais confortável, não assará o bumbum e não vazará xixi.
Espero tê-los ajudado! Quando tudo isso está na minha bolsa, a ida à praia e só sucesso!
Monte de beijos!


A bolsa`parece mais uma mala! kkkkkkkkk!!!!


sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Papo de cozinha: receita de Yakisoba

Voltei diretamente da minha cozinha!
Esses dias o caboclo cozinheiro baixou em mim e tenho feito muitas proezas gastronômicas. Como me mudei de apartamento há quase 2 meses, aproveitei para comprar um fogão novo, já que sempre odiei o meu, um cook top lindo, mas ordinário. Fiquei 2 anos sem forno à gás e eu detesto forno elétrico...enfim, com fogão e forno novinhos em folha, agora vocês terão o melhor da minha versão chef! Kkkkkkk!!
Na semana passada fiquei com muita vontade de comer um yakisoba. Adoro o da barraquinha da japonesa da pracinha do Epa (quem mora em Vitória sabe que lá tem uma feirinha com muita comida todas as sextas – feiras), mas queria eu mesma fazer. Daí comprei tudo e botei a mão na massa!
Fiz assim: (receita para 8 pessoas)
1 pacote de macarrão para yakisoba (aquele igual miojo, mas sem tempero, sabem?)
400mL de molho pronto para yakisoba (nunca tinha usado, mas gostei. É um pouco picante.)
200mL de molho shoyo (molho de soja)
400gr de peito de frango picado em cubos
400gr de filé mignon picado em cubos
2 cebolas grandes fatiadas e cortadas ao meio (cortado em tiras mais grossinhas num formato de C)
1 acelga pequena
½ repolho roxo ou branco (preferi o branco)
1 pimentão (eu prefiro o verde)
3 cenouras cortadas em palitos
1 couve-flor pequena
1 brócolis japonês pequeno (aquele que é bem macio)
1 bandejinha de cogumelos paris frescos

Lave bem e corte todos os vegetais, menos as cebolas. Fervente em água com um pouco de sal, gosto de deixá-los todos crocantes, por isso não deixe cozer por muito tempo. Reserve tudo em uma vasilha. Cozinhe o macarrão na água com sal e reserve. Numa panela tipo Uok (aquelas panelas bem abertas de japonês), frite toda a carne, já pré temperada com pouco sal e alho, em óleo e, quando estiver bem fritinha adicione as cebolas, um pouco de shoyo e um pouco de molho para yakisoba. Deixe a cebola corar, mas não deixe amolecer demais, e comece a acrescentar as verduras e adicionar mais molho para yakisoba e shoyo. Deixe o molho incorporar um pouco e acrescente o macarrão aos poucos, mexendo sempre e acrescentando o restante do molho de yakisoba e do shoyo.
Eu gosto de fazer com frango e carne, mas pode ser com apenas um dos 2 ou ainda com os 2 mais camarão como na receita tradicional.
Usei pela primeira vez o molho pronto para yakisoba  e ele é bem agridoce e apimentado, então, se você não curte esses sabores, basta usar apenas shoyo  e, ao final, retire o macarrão com as verduras e carnes, deixe o molho na panela e engrosse com um pouquinho de amido de milho e 1 colher de chá de açúcar e um tiquinho de pimenta do reino (se você gostar). Volte tudo para a panela para pegar o saborzinho final. Dá um pouco mais de trabalho, mas fica bem bem gostoso!

Olha meu yakisoba aí, gente!!!
Dá trabalho, suja panela, faz bagunça, mas vale a pena! Fica delícia!!
Monte de beijos e bom apetite!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Blogterapia: resumo de 2014/ resoluções para 2015

Oi, pessoal!
Como passaram de reveillon? Tanta saudade da blogterapia! Lugarzinho seguro onde consigo falar sobre tudo que me passa na cabeça, alivia a mente e ninguém dá pitaco (apesar de sempre querer ouvir um pitaco amigo!). Melhor que meu blog, só meu terapeuta!
Resolvi fazer essa primeira blogterapia do ano porque 2014 foi totalmente fora do padrão, “fora da casinha” (louco, louco, louco!), tantas mudanças, tantas questões a resolver, a sensação de que o ano foi muito curto para fazer tudo que era necessário, tantos recomeços...
 Tudo começou com a mudança da vida profissional, largando um trabalho estável e arriscando novamente meu lado empresarial e autônomo. Vou enumerar todos os adjetivos que escutei por ter pedido exoneração de um cargo público: corajosa, louca, destemida, maluca, sem noção, entre outros. Entretanto, o adjetivo que posso me dar para essa atitude que tomei é sensata. Sensata porque não fazia sentido algum continuar sofrendo num trabalho que não me dava prazer, que apenas me recompensava financeiramente, mas profissionalmente me deixava cada vez mais pra baixo. Abrir meu negócio me reanimou, apesar dos perrengues de um ano horroroso para os negócios (Copa do Mundo, eleições), os desafios são sempre bem-vindos na minha vida. Meu novo estúdio de Pilates me fez subir à superfície para respirar e voltar a nadar!
Em 2014 voltei totalmente das profundezas psicológicas em que me encontrava! A base de remedinhos e terapia, mas também pela minha força de vontade. Tenho meus méritos! Superar o trauma da minha cesárea desnecessária e me descobrir militante da causa obstétrica (transformando toda a minha tristeza em informação), e digo mais, me descobrir feminista! Sim! Eu sou!! Nunca quis admitir, mas não pude fugir.
Em agosto meu pimpolho fez 2 anos e entrou no “terrible two”. Por que terrible? Passe uma semana com ele e entenderá! Sabe o menininho que comia verduras, não fazia manha nem pirraça, era tranquilinho e falava pouco? Ele se transformou completamente! Fala pelos cotovelos, faz pirraça (tipo se jogando no chão, sabem?), não come mais verduras, a alimentação se resume a arroz, feijão, carne, macarrão e frutas...apesar de tudo, continua meu bebezinho lindo que me enche de beijos e carinhos e adora um colo da mamãe! Mas que essa fase é difícil e cansativa é.
Entrei, ou melhor, entramos eu e meu marido numa vida de “tentantes”. Que dureza! A parte do “treinamento” propriamente dito é muito boa, difícil é a ansiedade, o controle no calendário dos dias férteis e, de repente, me descobri grávida um dia depois do Natal. Como felicidade era mato pra gente, contamos pra todo mundo, super felizes, mesmo estando com apenas 5 semanas de gestação. No dia 30, um sangramento muito forte começou e acabei tendo um aborto espontâneo. Reveillon triste, desanimado, com uma sensação de perda inexplicável, mas que já está passando.
Apesar de tudo, meu 2015 há de ser maravilhoso! Se eu consegui realizar parte das minhas resoluções pra esse ano, já fico muito feliz. Aí vai!
EM 2015 EU VOU:
- voltar ao meu peso normal (ganhei 4 quilos nos 2 últimos meses);
-engravidar de novo;
-passar pelo “terrible two” sem enlouquecer;
-alcançar as metas que determinei pro meu negócio.
Está de bom tamanho, né?
E a gente segue conversando durante o ano e vou contando as novidades pra vocês!
Feliz 2015!!

Monte de beijos!

Papo de mãe: o dia em que a chupeta "voou".

Olá, pessoal!

Antes tarde do que nunca não é mesmo?! Voltando a compartilhar com vocês um pouquinho dessa minha vida corrida e um pouco maluca, e nesse post preciso contar como foi o "vôo" da chupeta do Tuco. É isso mesmo que vocês estão lendo, a chupeta voou!
Há mais ou menos 2 meses, durante uma consulta médica, a pediatra do Tuco me deu um ultimato para retirar a chupeta da vida do meu filho. Como costumamos puxar coisas que não prestam, meu filho tem arcada aberta (aqueles dentinhos da frente que mesmo com a boca fechada não se tocam) e céu da boca muito alto, tudo isso o meu marido tem igualzinho! Então, nessa consulta, percebemos que essas 2 coisas estavam piorando a olhos vistos, assim, resolvi que o Natal seria o limite. Fiz um combinado com o Tuco: ele daria as chupetas ao Papai Noel e o Bom Velhinho traria os presentes que ele quisesse (pediu uma bicicleta vermelha e um avião grandão).

Pois o Natal estava chegando e eu e meu marido, preocupados de como seria a noite da entrega das chupetas, resolvemos fazê-la uns dias antes para que a noite de Natal não fosse de sofrimento e determinamos que seria na noite do dia 21. Disse ao pequeno que a mamãe era muito amiga do Papai Noel e que ele havia ligado pra avisar que passaria aqui em casa uns dias antes, pois ele estava muito atarefado na entrega dos presentes. Assim foi. Na noite do dia 21 juntamos as "tetês", colocamos numa sacolinha ao pé da nossa árvore de Natal e ao lado um potinho com biscoitos,  afinal, Papai Noel fez uma viagem muito longa e poderia estar com fome, né...hihihihihi!!!

Nos primeiros minutos rolou uma pequena tristeza, um pedido meio manhoso, mas com conversa e um pouco de brincadeira as coisas foram se acalmando. Na realidade, eu achei que se acalmavam... Na hora de deitar pra mamar e dormir o meu desespero, e o dele, começou! 2 horas de muito choro e desespero. Nunca imaginaria meu filho sofrer tanto, principalmente por causa da chupeta! Parecia que eu lhe arracanva um órgão, um membro, sei lá! Nunca havia escutado meu filho chorar daquele jeito e o inevitável aconteceu, caí no choro também.
Apesar disso, me mantive firme no untuito de mantê-lo sem chupeta. Achei que ele acordaria de madrugada chorando, mas não aconteceu. Pela manhã, acordou pedindo a tetê e chorando um pouco. Então o pegamos na cama e o levamos até a árvore de Natal e lá estavam os presentes que ele pediu! Ele não sabia se ria ou se chorava...prefiriu rir! Brincou bastante e nem se lembrou da bendita!!!!!!!  Entretanto, me perguntou se a chupeta havia voado! Voado??? Como assim? Quanta imaginação, meu Deus!! Depois ele teve certeza de que a chupeta havia voado até o Papai Noel e que não estava mais aqui e bastou isso pra não pedí-la mais nenhuma vezinha no dia! Contou pra todo mundo que a chupeta voou!
E me perguntem como foi a segunda noite sem tetê? COMO SE NADA TIVESSE ACONTECIDO!!! Sem choro, sem tristeza e sem chupeta e assim continuamos!  Esse meu filho é uma figurinha mesmo!!

Estou feliz em retornar as nossas conversas!

Monte de beijos!!

O quê é COACHING?

Olá!! Vocês já devem ter percebido que tenho falado um pouco (ou muito) sobre COACHING, COACH... Pois então, se você não sabe do que se tr...