terça-feira, 26 de novembro de 2013

Black eye rapidex!!

Olá, meninas!!!!

Post de hoje sobre makeup! Há muito tempo não rolava um post desses, não é mesmo? Mas ontem, caiu uma chuva violenta aqui em Vitória e Vila Velha, fiquei ilhada e resolvi brincar com meus produtinhos e deu nisso, um black eye rapidex e super fácil de fazer!! Vamos lá!

Para essa make  usei: Naked 2 (marrom fosco e preto), delineador MAC, lápis jumbo preto da NYX,  lápis de sobrancelha da Contém 1g e rímel Colossal da Maybelline.

Pincéis: língua de gato com cerda sintética (não tá aí na foto, esqueci.... dãaaaa!), língua de gato cerda natural e comprida, pincel para côncavo gordinho, pincel para aplicação de sombra e pincel para delinear chanfrado e bem fino.

Comecei aplicando o jumbo preto em toda a pálpera móvel  e depois  acertando com o língua de gato sitético.


Esfumei o marrom no côncavo e um pouco acima para dar profundidade aos olhos com o pincel de côncavo. Como gosto de usar só 1 pincel para fazer tudo, prefiro sempre um mais gordinho como esse aí. Aproveito e esfumo a divisão do preto com o marrom para começar a fazer a  fusão dos 2 tons.

Aplico com o língua de gato de cerda natural a sombra preta sem varrer, apenas depositando uma generosa quantidade de produto só na pálpebra móvel. Mas por que? Porque o lápis jumbo sozinho não aguenta o tranco, ele mela e sai todo, por isso precisamos secá-lo com sombra em pó. Ele é o primer perfeito para muitas makes, não só o black eye. Qualquer dia ensino a usar o jumbo branco, ok.

Novamente com o pincel de côncavo, vou esfumando o preto e levando-o um pouquinho para cima  para intensificar a profundidade do olhar. Depois volto a aplicar o preto na pálpebra móvel para intensificar a cor, pous depois de esfumar ela se espalha.

Sujo meu pincel de delinear no jumbo preto e faço um traço grosso abaixo da linha d'água e, com ele mesmo, aplico sombra preta por cima e já esfumo um pouquinho com o pincel de esfumar.

Aplico o delineador e faço um gatinho grosso. Gosto desse delineador porque ele tem um brilho parecendo que está sempre molhado, como um plástico.

Aplico o jumbo preto na linha d'água e por baixo dos cílios superiores e aplico o rímel. Muuuuito rímel!! Acerto a sobrancelha com o lápis da Contém 1 g e pronto!!!

Uau!! Prontas pra balada! 

Tentem e me mandem fotos para eu ver como ficou.

Monte de beijos!     

Batizado da Helena, minha sobrinha amada!

Olá, amigas!

Nesse fim de semana fiquei bastante enrolada e por isso nem escrevi no blog, mas foi por uma boa causa. No domingo foi o batizado da minha sobrinha, a Helena, a mãe dela é minha cunhada e Dinda do Arthur. Ela está com 5 meses e ela e os pais se hospedaram aqui em casa já que temos toda estrutura para crianças, né. Bem, podem imaginar a correria, gritaria e confusão...Kkkkk!! Nada disso, assim como o Arthur, Helena é um amor de bebê, tranquila e linda! A confusão foi do Tuco que quase teve um treco de tanto ciúme da prima...Eu posso com isso?

Tirando essa parte do ciúme, foi tudo um sucesso! A cerimônia de batismo aconteceu no Igreja do Carmo, mesma igreja onde me casei. É uma igrejinha linda e muito antiga aqui de Vitória, uma das primeiras construídas na capital e a cerimônia foi rápida e bonita. Quem celebrou foi o padre Aerola, um senhor bem velhinho, mas muito sábio nas palavras. Ele disse uma coisa que minha madrinha toda vida me disse e digo hoje para a minha afilhada, a Maria Eduarda: "madrinha é mãe espiritual". Pra mim, na falta da mãe, a madrinha deve fazer esse papel e é por isso que quando escolhemos os padrinhos para nossos filhos essa decisão deve ser muito bem pensada para que sejam pessoas de nossa confiança e que amarão nossos filhos assim como os seus próprios. Ah! Helena se comportou muito bem, não chorou nem com a aguinha na cabeça, parecia uma mocinha! Lindona da Tia Loli!!

Como já disse em outros posts, não sou católica praticante, mas batizei meu filho na igreja católica e fiz a escolha certa para seus padrinhos, a Martha e o Dagoberto. Pessoas de bem, que nós gostamos muito, que gostam do Arthur e que além de padrinhos são tios para sempre, já que a Martha é irmã do meu marido. Independente da religião e do significado do batismo, se você acredita que é uma cerimônia importante, a  realize e festeje. A festinha de batizado da Helena foi na minha casa, ou melhor, no salão de festas do meu prédio e depois de muita tensão no dia anterior (não é Martha!! Hihihihi!), tudo ficou lindo e perfeito. Vou postar algumas fotos pra vocês.
Igreja do Carmo. Subi essa escadaria todinha vestida de noiva!!! Ai, que saudade!!

Padre Aeróla e o altar lindo da Igreja.

Dindo e Dinda muito emocionados com Helena!

Dinda de Consagração. Na religião católica consagramos a criança também a Maria e para isso temos uma outra madrinha.

Não podia faltar uma nossa né! Arthur todo lindo de short jeans Zara e camiseta Calvin Klein!

Familia Rezende reunida! Antes que me perguntem, minha roupa é toda da Farm, ok.

Detalhes da mesa de doces.



Monte de  beijos pra vocês e até amanhã!

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Essa sou eu

Oi!!

Estamos longes desde quinta-feira, não é mesmo? Mas estou aqui de volta com um "textículo" da Martha Medeiros (muito amor por ela, gente! Acho que fomos separadas na maternidade ou sofremos de "transmimento de pensação"...). Esse texto "me representa", me define. Essa criatura aí sou eu! Pra quê paraíso se no inferno tem sexo, "dorgas" e rock and roll?! Kkkkkk! Brincadeirinha, amigas!


A TODOS...

"A todos trato muito bem
sou cordial, educada, quase sensata,
mas nada me dá mais prazer
do que ser persona non grata
expulsa do paraiso
uma mulher sem juízo, que não se comove
com nada
cruel e refinada
que não merece ir pro céu, uma vilã de novela
mas bela, e até mesmo culta
estranha, com tantos amigos
e amada, bem vestida e respeitada
aqui entre nós
melhor que ser boazinha é não poder ser imitada."

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Coleções assinadas da C&A: minha incursão fashion de hoje

Oi, meninas!

Hoje resolvi dar uma passadinha pela C&A do Shopping Vitória (ES) para ver o que sobrou da coleção assinada pela estilista Patrícia Bonaldi, a PatBo, e achei uma loja com peças perdidas, com pouca numeração e muito, mega, ultra bagunçada. Essa coleção criou um bafafa enorme entre as fashionistas de plantão e como estou sempre antenada no que elas dizem, achei que deveria ver ao vivo.

Não costumo comprar na C&A porque a modelagem de lá nunca fica bem em mim, assim, desisti. Meus garimpos costumam acontecer na Renner, onde as roupas me caem melhor e também tenho um pouco mais de paciência para fazer esse garimpo. Embora eu tenha esse probleminha com a marca, sou apaixonada pelo trabalho da Patrícia Bonaldi. Não sei se a conhecem, mas postarei aqui em embaixo algumas fotos do trabalho dela (essas não são as peças da coleção da C&A, ok!!)

A Patrícia é essa loira da foto, gente!



Tudo o que ela faz é muito feminino, de muito bom gosto, bordados impecáveis e transparências na medida certa! Ela é fantástica, principalmente em seus vestidos de festa. Mas a coleção da C&A não foi feliz. ATENÇÃO! Não sou especialista em moda, sou apenas uma consumidora, entusiasta e louca para ter um vestido da PatBo, ok!!!

Por qual motivo não rolou para mim? Bem, vamos lá: achei os tecidos ruins, com pedrinhas, miçangas e canutilhos soltando; os vestidos de renda, ao vivo, eram feios (nas fotos eram maravilhosos, por isso me chamou a atenção); era tudo bem caro e tudo que provei continuou não caindo bem tal qual qualquer outra roupa baratinha da C&A. Esse talvés seja um problema exclusivamente meu, pois sou uma mulher alta (1,78m), visto 38, não tenho muito peito nem muita bunda, apesar de ter quadril... Nossa! Vocês devem estar me imaginado um monstro ou uma girafa, né? Mas também não é assim... Ai, pessoal! Acho que sou a única blogueira que não gostou da coleção, mas e daí??? Meu foco não é moda, apenas dou pitaco! Kkkkkkk!!!! 

Entretanto, em meio a decepção, encontrei a esperança! Achei algumas peças da coleção da Adriana Barra! Gente, muito amor! Estampas bem legais, saias bem grandes e esvoaçantes do jeitinho que eu adoro! Até provei uma que fiquei um pouco balançada, mas custava R$249,00 e estava com defeitinhos nuns colchetes (estavam pendurados literalmente), havia também umas camisetas com estampas lindas e tecido mais fininho, mas eram do mesmo preço de uma camisa de seda da Farm (marca que morro de paixão desde sempre!!!)...acabei não levando.

Continuei passeando pela loja e...SOCORRO! A coleção do Roberto Cavalli! Meu Deus por que aquilo? Peguei 2 vestidos e provei, me senti grávida de novo com os 2 e vi que não tinha jeito, que todos ficariam do mesmo jeito. E o preço? R$700,00 está bom para vocês? Com essa grana comprei 4 peças na Farm!!! Mas vejam bem, vá você mesma até a loja e veja o que acha, eu não curti, mas vi muita gente comprando horrores ainda hoje. O lançamento da coleção PatBo foi ontem e certamente as meninas se bateram pelas peças nas araras, se alguém tiver ido me conte como foi a aventura. Todas essas coleções estão na loja do Shopping Vitória (ES). Ainda tem alguma coisinha, mas bem pouco em relação ao que vi pela internet que estava disponível.

Pelo que vi no site da C&A, a próxima coleção assinada será da Lenny Niemeyer, bem providencial para o verão, vejam aí nas fotos abaixo a coleção de verão 2013/2014 da marca (obs.: não é o que será lançado na C&A, ok!!!!).



Acho que a C&A está surtando com os preços. Bem, EU acho...

Monte de beijos!!

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Flamenco: um olhar, o meu olhar (blogterapia)

Oi, gente!!

Estou meio em falta com vocês, né? Os posts estão um pouco escassos... Mas é por um motivo digno. Ser mãe de um menininho de 1 ano é muito cansativo e ainda descobri deficiência de ferritina, vitamina D, ácido fólico... Ixi! Uma coisa bizarra! Casa de ferreiro o espeto é de pau, já ouviram isso? Mas tenho feito um grande esforço para estar aqui sempre que possível, mesmo que ultimamente mais nas blogterapias, assim, hoje vou falar um pouco sobre dança, a minha dança (como vocês já sabem, danço flamenco).

Me encontro num momento com a dança em que quero mais e mais e mais apesar de tudo, momento de sugar tudo o que posso para descobrir os movimentos no meu corpo, como eles funcionam, como o meu corpo funciona, como o movimento fica melhor para o meu corpo, qual é o meu Flamenco. A dança tem sido um alimento para o corpo e para a mente. Creio que estou descobrindo o que é a dança em mim e como é que a coisa acontece nos corpos, não só no meu, mas também no dos outros e, para isso, observar tem sido um grande aprendizado.

Tenho participado de uma montagem coreográfica para um espetáculo de Flamenco com apenas 3 bailarinas (ou bailaoras, para quem é do meio) e tenho observado bastante todo o processo e percebido os mesmos movimentos em corpos diferentes, um mais preciso, um mais forte e outro mais fluido, como um mesmo movimento pode ser executado de maneiras diferentes, afinal são corpos diferentes. O Flamenco permite isso, não é como o ballet clássico, por exemplo, que exige movimentos idênticos de todos os bailarinos, é como se houvesse um olhar particular, uma licença poética, uma liberdade controlada (se isso for possível) já que há uma coreografia a ser seguida.

Acho que só agora, depois de 7 anos de Flamenco, me sinto começando a dançar, me encontrando no que meu corpo me permite realizar e me instigando a fazer o que me é mais difícil. Talvés eu esteja começando a incorporar a dança, o bichinho do palco está a me morder com mais intensidade e a vontade de criar coisas minhas tem sido bem grande ou pelo menos de transformar o que já conheço em algo com a minha identidade. De fazer diferente, de permitir que o meu Flamenco flua da forma que eu quero, que eu posso, que eu gosto, como um "eu lírico", mas ainda com limitações por dançar sempre em grupo.

Algumas coisas não sei... Se conseguirei um dia montar um baile meu, se conseguirei subir num palco sozinha e gerar alguma emoção na plateia, se arrancarei um "OLÉ" de alguém um dia, se terei a oportunidade de tentar tudo isso... Não sei, mas sei que quero, que preciso tentar!

Avisando a todos os leitores (as) que o espetáculo de fim de ano da Alma Andaluza Studio de Dança será no dia 21/12 e os ingressos já estão à venda, ok. Se você mora na Grande Vitória e tem vontade de conhecer um pouquinho do Flamenco, essa é uma excelente oportunidade!
 
Monte de beijos!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

A melhor descrição do que é ser mãe

Olá, amigas!
Alguns dias se passaram, muitas atividades com meu pequeno no feriado, mas estou de volta. Hoje resolvi postar um texto que é fantástico, é exatamente o que sinto como mãe e o interessante é que foi escrito por um homem. Certamente homem de muita sensibilidade e observador para traduzir em palavras o que só uma mulher pode sentir.
Vamos lá!
Por Fabrício Carpinejar
O que é ser mãe? É nunca precisar responder a essa pergunta. Diferente de pai, que sempre se explica e gosta de se explicar. Mãe parece que nasce sabendo, não importa a idade, não importa a disposição. Julga-se como um dom natural e um desejo de vida, desde o momento em que brincava de boneca na infância e formava uma família imaginária no quarto. Que menina, quando pequena, já não sonhava em trocar a roupa do filho ao vestir e desvestir sua Barbie? Ser mãe não é encarado como profissão nem deve, mas é tão estafante quanto um início de carreira. O papel é visto como prazer e dádiva. Para alguns homens, é reconhecido como o cumprimento de um ideal. Um sonho. Mas não significa que será fácil. E não é. Responde a um dos períodos de maior aprendizado, nervosismo e tensão. Durante a gravidez, a mulher se multiplica. Espiritualmente é duas. Ganha atenção dobrada. Seus pedidos mais estranhos são atendidos. Cavalheirismo e educação exagerados batem à sua porta. Não me refiro aos assentos vermelhos do ônibus e do metrô e dos guichês do banco, reservados a gestantes. Muito além disso: abrem-se os caminhos do entendimento e da cordialidade. Ela encontra uma paz de bosque, uma quietude social. Não é contestada, criticada, desafiada. Nada que prejudique o andamento da gestação. Sua fragilidade a ilumina de carícias.
DEPOIS DO NASCIMENTO, desconfia de que sua barriga serviu para um aluguel de luxo, que os familiares se importavam com a criança a vir, não com a criança adulta que se transforma em mãe. Paparicam o bebê e ela acaba de canto, alheia, sequiosa por um aconchego que não chega. Na hipótese de atravessar uma cesariana, dolorida e custosa, não receberá sequer algum questionamento sobre sua saúde. Andará sozinha, bem lenta, atrás do cortejo. A depressão pós-parto não é uma miragem, sinaliza desvalia.
De uma hora para outra, a mulher não é mais responsável pela sua existência, é responsável por duas vidas. Não poderá se dar ao luxo de pensar somente em si. Pensará em si por último, caso sobre tempo. Aliás, vejo que não é casando que a mulher deixa de ser solteira, ela muda efetivamente de estado civil ao gerar um filho. A dependência é substituída pela independência, no sentido de orientar e educar a criança.
POR MAIS QUE ESTEJA ACOMPANHADA de um marido companheiro e atento, é como se mandasse no campinho. É ela que deverá responder – ou acredita que deve responder – no surgimento de dúvidas e impasses. O homem ainda goza da regalia de coadjuvante, com atenuante de que não precisa conhecer tudo. Pai está aprendendo a ser pai, mãe está ensinando a ser mãe. A crença é que a mulher tem uma enciclopédia embutida no ventre.
Licença-maternidade não é uma licença poética. Não é apenas estacionar o filho na vaga preferencial do seio. Mal se recuperou do parto e enfrenta a multiplicidade de atividades. Não dorme pelo medo de dormir e deixar escapar um apelo do bebê e ser incriminada por omissão. A insônia é o de menos. Até encontrar a posição certa de segurar o nenê para não ter cólicas, até encontrar a melodia adequada que tranqüiliza o choro, até encontrar a postura confortável para não sofrer com dor nas costas, é uma arte.
ENTRE CUEIROS E TIP-TOPS, entre fraldas e lençóis, dificilmente será reconhecida em família pelos seus pequenos e imprescindíveis feitos. De que modo contar a terceiros e ao próprio marido o que fez? Que deu leite, arrumou as roupas, limpou o cocô, deu papinha e que essas operações tomaram o seu dia? As energias gastas em 24 horas serão reduzidas a um relato de três minutos. Dirão que é exagero. Começa a cobrança e a sensação de que não é compreendida.
O marido aparecerá em casa, leve e lépido, mais disposto (é claro), e brincará descansado com o filho, imitará sons de bichos, desfrutará da organização e de uma companhia para dividir as tarefas. Ele curte o que desejava para você. O pai é o parque, a mãe é dia útil. Resta assistir à alegria como se fosse sua.
IMAGINE UMA PROFISSIONAL HIPERATIVA mergulhar de repente nesse mundo em que nada aparenta acontecer e tudo acontece sem jeito de demonstrar? Ter a rotina reduzida a dez quarteirões do bairro, na faixa que compreende a quitanda, a farmácia, a praça e o mercado, como um exílio em sua cidade? Uma mãe recente é uma ótima crítica da televisão à tarde. Pela primeira vez, é capaz de opinar com fundamento sobre a qualidade dos programas.
De um comercial a outro, o filho cresce mais rápido do que supunha. O que adiava para fazer continuará adiando. Se nos preparativos, demorava séculos para definir a cor do enxoval, as decisões agora são rápidas e fulminantes. São para ontem. O filho largou o peito, deve então acertar a temperatura do leite, preparar a comida, optar pelas peças da gaveta. Será que ponho casaco ou não? Está quente ou frio? O ponto mais visitado é a bunda rosada da criança, para verificar assaduras. As mãos cheiram a hipoglós e não é de estranhar que a pasta branca fique nos vãos dos dedos no momento de dormir. E, quando toca o telefone, a mãe se envergonha de dizer que está segurando o filhote no colo e faz o impossível para que a voz na linha não note o incômodo. Um malabarismo para acalmar os gritos do pequeno, entender a conversa e ser educada. Mãe carrega muita culpa desnecessária. A maternidade é uma solidão desproporcional, uma solidão solteira em cama de casal.
A libido fica em baixa, não se tem a mesma vontade louca de transar. Nem é vontade, é disposição, condicionamento físico. Após desbotar o tapete do corredor no vaivém, não há como se arrumar. Arrepende-se dos espelhos no quarto adquiridos para projetar posições eróticas. O homem se aproxima dengoso e amoroso e a dor de cabeça é a saída menos explicativa. Existe um cansaço inclusive para DR (Discutir o Relacionamento).
A mulher se vê acima do peso, com os seios estranhamente grandes (talvez o homem goste da protuberância, esquece que o aumento é inchaço, dói e não é para ele) e a cintura se equilibrando com a transformação. Pela primeira vez, um maiô não é uma idéia insuportável. O corpo está longe da rigidez e para recuperar as formas antigas só com muita ginástica, musculação e sorte.
ELA ESTÁ DISTANCIADA DO NÉCESSAIRE, substituída pela sacola forrada de plástico, com pomadas, panos, bicos e o restante infinito do arsenal infantil. O máximo a fazer é paquerar a sinaleira. O único jeito de avançar no sinal vermelho é ali, com o carrinho de bebê na faixa de segurança.
Se não está aprontando e ordenando as coisas, está limpando a bagunça. Se não está encaminhando a criança ao sono, está dormindo junto. O banho de banheira da criança que encharcará o piso será o raro momento em que se ausentará, ouvirá novamente sua respiração e buscará informações atualizadas da rua.
Falei do trabalho, porém é o isolamento que mata. O pai age, na maioria das vezes, como um porteiro das visitas, cumpre a convenção social de mostrar o bebê para em seguida continuar suas conversas. Um elogio pra lá, um elogio pra cá, a criança abandona a cena e a mãe corre atrás, para atender as chamadas noturnas. Não há como acompanhar os papos entusiasmados e eufóricos. Escuta-se as risadas do quarto, com receio de que a criança seja acordada e tenha que recomeçar o acalento. Torce para que as visitas saiam cedo.
OS AMIGOS E AMIGAS DA MULHER, de contato freqüente, de repente desaparecem. No início, podem rodear o bebê, propor bilu-bilu e esganiçar dublagens. Exaltam o nascimento. No instante do socorro e exaustão, nenhuma alma por perto. Acontece uma segregação silenciosa e terrível. Alguns se afastam para não incomodar, outros para não serem incomodados.
Durante essa fase, os relacionamentos escasseiam também devido à exclusividade materna. Quem não tem filho pode achar esquisito, mas pais discorrem na mesa sobre quantas vezes a cria foi aos pés e a cor das idas e vindas! Ela encontrará dificuldade de conversar de outros assuntos que não os relativos ao seu filho. Afinal, seu universo gira em torno dele. Vai se aproximar de outras mães para dividir suas dores e delícias. Um dos motivos para que as reuniões das creches sejam longas. É um momento de desafogo e de cumplicidade.
A MÃE QUER SE SENTIR OUVIDA, falar do que incomoda na hora em que sente. Não depois quando já se confortou. Ou antes quando não entende. Tal jornal – mãe é para ser lida no dia. A pior coisa para ela é estocar sentimentos e apreensões, como quem guarda inutilmente papel velho. Mãe deve dizer o que a confunde de pronto e ser respeitada em silêncio até o fim, para que a preocupação não seja convertida em recalque.
Quando não está ao lado da criança, mãe padece com severa intensidade. Uma saída para se distrair – ou ao retornar ao trabalho –, e está ligando apavorada para a babá, solicitando relatos minuciosos dos últimos movimentos do rebento. Pavor de que não há quem cuide melhor do que ela. Ou pavor de que alguém cuide melhor do que ela.
O QUE É SER MÃE? É nunca precisar fazer essa pergunta. O que se experimenta em segredo, o esforço hercúleo, o afeto pontual serão recompensados com a telepatia. A mãe notará que é possível esconder seus sentimentos de qualquer um, menos de sua criança, que alisará seus cabelos no desalento com o pente das unhas e nadará com alegria em seu corpo em cada abraço. E basta observar que a criança imita seu trejeito, basta reparar que a criança segura os objetos com a sua firmeza, basta reconhecer na voz dela o galho florido de seu timbre, basta cheirar o cangote e descobrir quantas fragrâncias não foram criadas, basta vê-la caminhar longe do apoio, balançando como um pingüim, basta ouvi-la dizer “mãe” com a pausa de uma reza, basta ser surpreendida com as repetições de suas idéias, basta que ela invente novas possibilidades para linguagem, basta que ela ponha a digital em um cartão, que ela retribua o “eu te amo”, e as adversidades serão esquecidas. As adversidades já serão amor.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

O corpo fala: blogterapia

Voltei, gente!

Voltei para contar que estou fazendo umas aulas de expressão corporal no estúdio em que faço minhas aulas de flamenco e que dou aulas de Pilates, a Alma Andaluza Studio de Dança. Tem sido muito bom para mim que sou bastante insegura em relação a mim e ao meu corpo, acho válido que quem tenha problemas relacionados à auto-imagem, à auto-estima trabalhem esses conflitos com atividades como essa, que usem o corpo como "ator principal". Mesmo o curso sendo voltado para a dança, para a expressão no ato de dançar, não consigo dissociar os sentimentos dos movimentos, aliás, acredito que os movimentos partem das "imagens emocionais" que guardamos. Conseguem me compreender? E é por esse motivo que coloquei esse título: o corpo fala.

As últimas aulas tem trabalhado muito com feridinhas bem complicadas em mim. Na semana passada fizemos um momento de observação do rosto do outro, das feições, de todos os detalhezinhos que formam nossa face. Tenho muita dificuldade de ser olhada, pois sempre me achei feia, principalmente pelo fato de ter uma grande cicatriz no rosto, apesar de as pessoas dizerem que ela quase não aparece, eu a vejo como uma coisa enorme, um defeito muito grande, além disso tem a carga emocional que essa cicatriz me traz, a perda de uma pessoa muito querida, tudo o que passei quando criança por causa dela, os olhares de estranhamento, as perguntas... pois ela é muito fina hoje, mas num período mais próximo ao acidente que sofri, era bem aparente e eu só tinha 6 anos. Enfim, o exercício era esse que descrevi e a minha sorte foi que fiz com uma pessoa que é extremamente sensível e gosta muito de mim (e eu dela!), além disso não sofre desses mesmos problemas que eu, me olhava com ternura, observando cada partezinha do meu rosto, mas eu sempre dava um jeitinho de desviar meu olhar, como se eu quisesse me esconder por alguns instantes, como se quisesse desaparecer naquele momento para não ser notada.

Temos trabalhado muito movimentação do corpo todo, como numa montagem coreográfica, a partir dos comandos da professora que, geralmente, são relacionados a sensações, sentimentos, emoções e isso tem despertado em mim uma vontade enorme de me movimentar mais livremente. Tenho percebido movimentos grandes e pendulares do meu corpo sempre que o deixo se mover como quer, sem pensar muito, movimentos mais fluidos, sem muito controle (apesar de ela sempre pedir controle do corpo! Kkkk!). Acho que estou, nesse momento, me livrando do que sempre me prendeu: a minha própria cabeça! Tentando preencher os espaços que estavam vazios dentro de mim, preencher com coragem, com vontade, com felicidade e seguindo a vida mais leve, mais fluida, sem querer ter o controle de tudo, me sentindo um balão sendo cheio pouco a pouco, mas que nunca ficará cheio o suficiente e nem nunca estourará. E sabem de uma coisa? Acho que estou indo de vento em popa, já que tenho conseguido fazer todas as dinâmicas, na frente das pessoas sem morrer de vergonha ou de achar que estou fazendo tudo errado como o de costume, me sinto bem mais segura ou, no mínimo, menos insegura.

Hoje fizemos uma dinâmica muito interessante que trabalhava algumas emoções que todas as pessoas passam ou já passaram um dia: raiva, medo, amor/sensualidade, nojo, encantamento e poder. Fizemos uns retângulos no chão e em cada um deles havia uma dessas emoções escrita, então nós escrevemos em cada retângulo o que quisemos relacionado a cada uma delas e depois entramos todas juntas em cada retângulo e fizemos com o corpo as expressões que representavam aquela emoção específica. Interessante as reações de cada pessoa! Eu não consegui fazer nada no retângulo do poder, não soube expressar com meu corpo...até comentei no final da aula que minha relação com o poder é muito particular, tenho um pouco de dificuldade. Quando estávamos na raiva me liberei e deixei meu corpo mostrar o quanto posso ser violenta num momento raivoso, como já fui uma vez com minha irmã quando ela conseguiu me tirar do sério e quase a atirei contra a parede... O nojo foi fácil! Me imaginei numa piscina de minhocas, baratas e polenta e pronto! Já me coçava toda, me deu um asco que foi difícil de sair daquilo, precisei parar, respirar um pouco para voltar para a dinâmica. Kkkkkkkkk!!!!

O amor/sensualidade foi muito difícil. Acho que tem muito a ver com as questões de auto-estima. As pessoas com auto-estima mais elevada conseguem saber o que é ser sensual, eu não sei e morro de vergonha de tentar ser sensual até para o meu marido (e mesmo assim ele se casou comigo, alguma outra coisa boa eu devo ter, né), o amor que consegui expressar foi o amor de amigo, o amor fraternal, com um abraço muito apertado numa das colegas (que é uma grande amiga), mas confesso que também não sou muito "abraçativa e beijativa", me acho meio bruta, sei lá. 

Bom, me deu muita vontade de falar sobre isso porque, como já contei para vocês há alguns posts atrás, estou fazendo tratamento para me curar de uma crise depressiva e as aulas de expressão corporal tem revelado muitas coisas novas em mim. Faço terapia de 15 em 15 dias, mas minha terapia não tem nada de trabalho corporal, até porque nunca consegui fazer terapia corporal exatamente pela vergonha que sentia. Me mostrar sempre foi muito complicado, sempre preferi ficar na minha, quietinha, até aparento ser meio antipática por ser assim, mas não sou não, gente, é só a minha fama de má! Kkkkkkkk!! Ah! Dançando faço todas as caras e caretas que as músicas me pedem, me expresso sem pensar muito, mas também foi muito tempo de trabalho interno, aqui na minha "cachola", para relaxar e deixar a coisa acontecer. Dançar também é terapêutico, pessoal!

Então tá! Chega, né! Já dei a dica e as aulas de expressão corporal lá no estúdio, no ano que vem, serão regulares. Se tiverem interesse, entrem na Fan Page do Facebook da Alma Andaluza Studio de Dança ou no Instagram @almaandaluzastudio, ok.

Monte de beijos!

Hipotireoidismo, eu tenho...

Oi, pessoal!

Ontem comentei com vocês que tenho um problema chamado HIPOTIREOIDISMO, que é uma disfunção na glândula Tireóide, responsável pela produção de T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina) que são hormônios que controlam nosso metabolismo. Sempre os médicos pedem exame de TSH (hormônio tireotrófico) também, que é um hormônio produzido pela hipófise (glândula situada na base do cérebro) e que regula a produção dos hormônios da tireóide.

Tem uma história de que todo mundo que tem essa doença ganha muito peso, bem, meu caso é diferente, nunca tive aumento de peso, pelo contrário, perco peso mais fácil do que ganho. Sempre tive uma tireoidite que é um como um hipotireoidismo subclínico, ou seja  as taxas normais de T3, T4 e TSH são respectivamente 80 a 200 ng/dL, 4,5 a 12,5 mcg/dL e 0,4 a 4 mU/mL, já as minhas taxas de TSH sempre foram 5 ou pouco mais que 5mU/mL e o T4 diminuído, mas nunca percebi sintomas e os médicos me diziam que não precisava de medicamento para controle. Cheguei a fazer até uma cintilografia, mas não foi detectado nada de diferente na minha tireóde.

Na gravidez, assim que fiz os primeiros exames o obstetra já me encaminhou para o endócrino para começar o tratamento, pois como na gravidez o metabolismo fica muito mais sobrecarregado, eu precisaria sim de medicamento para manter as taxas ideais. Comecei usando a levotiroxina sódica (Puran T4 e outros) de 50mcg e no final já usava 100mcg! Depois que tive o Arthur minhas taxas nunca mais se normalizaram e aí sim fui diagnosticada com Hipotireoidismo e uso medicamento todos os dias e, certamente, para o resto da vida.

O hipotireoidismo pode causar um aumento de volume da tireóide. Contudo, esse aumento não é acompanhado de mais produção dos hormônios tireoidianos, mas sim pela queda na produção dos hormônios T3 e T4.
Como outros males da tireóide, o hipotireoidismo é mais comum em mulheres, mas pode ocorrer em qualquer indivíduo independente de gênero ou idade. Os endocrinologistas orientam mulheres, especialmente acima de 40 anos, a fazerem o auto-exame da tireóide regularmente. Entre os sintomas do hipotireoidismo estão:
  • Depressão
  • Desaceleração dos batimentos cardíacos
  • Intestino preso
  • Menstruação irregular
  • Diminuição da memória
  • Cansaço excessivo
  • Dores musculares
  • Sonolência excessiva
  • Pele seca
  • Queda de cabelo
  • Ganho de peso
  • Aumento do colesterol no sangue
Na maioria das vezes, o hipotireoidismo é causado por uma inflamação denominada Tireoidite de Hashimoto, uma disfunção auto-imune. O hipotireoidismo também afeta recém-nascidos. Nesses casos, o problema é diagnosticado pelo "teste do pezinho" e o tratamento deve ser iniciado imediatamente. Graças a Deus, me cuidei direitinho na gravidez e o Tuco não teve nenhuma sequela nem tem hipotireoidismo congênito.
Quando o tratamento não é adequado, o paciente pode sentir anemia, coronariopatia e desordens gastrointestinais, neurológicas, endócrinas, metabólicas e renais. Também são comuns as disfunções respiratórias, dislipidemia, glaucoma, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca e, no caso de recém-nascidos, retardo mental, surdez e deficiência de crescimento. 
Bom, se você tem esses sintomas vale a pena procurar um médico para fazer os exames e avaliar se existe algum problema com a sua tireóide.

Monte de beijos!

Super, super, super... CANSADA!

Meu povo!

Quando eu tiver meu segundo filho, porque o terei, não reclamarei de ficar acordada à noite para amamentar, não ficarei esperando ansiosa para que o bebê cresça e fique espertinho rápido, não compararei meu filho com outras crianças... Gente, estou tão cansada que vocês não fazem ideia! O Arthur resolveu começar a andar sozinho no domingo, como mostrei no Instagram. Na verdade, ele já não queria mais ficar no colo, mesmo não andando sozinho queria que ficássemos andando com ele de mãos dadas e ele não para nunca. Imagina agora que ele descobriu que pode ir onde quiser sozinho!!!

É uma delicia cada descoberta dos nossos pequenos, mas não fazemos ideia da quantidade de energia que eles tem e da fome de conhecer, de aprender, apreender coisas novas que eles possuem. Acho que nem se eu tivesse tido bebê mais nova eu não ficaria do jeito que estou agora, é um cansaço físico que não me larga de jeito nenhum... somado a isso tem também meu problema da tireóide, hipotireoidismo, que me deixa ainda mais sem energia para acompanhar o meu filho. Sobre esse problema, muito comum por sinal, trataremos amannhã, ok.

Engraçado como quando as crianças descobrem que podem fazer algo sozinhas elas se sentem muito, mas muito independentes e, de certa forma, poderosos. O Arthur não quer mais saber de me dar as mãos para nada, mas ao mesmo tempo, quando cansa, vem correndo pedir colo! Kkkkkkkkkk! Dá uma tristezinha lá no fundinho do coração essa independência, porque sabemos que em breve ela aumentará mais e mais, mas também dá felicidade porque crio meu filho para ser independente, mesmo que essa independência ainda seja apenas andar sozinho, pois num futuro próximo ele escolherá seu caminho, fará sua vida do jeito que escolher e sem minhas mãos para ajudar, mas sempre por perto para ampará-lo quando precisar. Todo esse cansaço é um investimento no meu menino, fico feliz por cada conquista dele.

Monte de beijos cansados!!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Tendências de makeup no SPFW temporada outono-inverno 2014

Oi, meninas!

Depois da blogterapia tensa de ontem, volto a falar de amenidades, apesar de a TPM ainda me acompanhar. Resolvi fazer um post sobre o que rolou de makeup nos desfiles da São Paulo Fashion Week para a temporada outono-inverno 2014. Porque, para quem não sabe, nosso verão ainda nem chegou, mas os desfiles com o que será tendência no próximo inverno já está aí, tem todo um lance de acompanhar o resto da moda do mundo que está predominantemente no hemisfério norte, de tempo de venda de coleções e produção, enfim, essa antecedência é necessária. Gente, não sou expert em moda, sou apenas entusiasta, mas o "achômetro" costuma funcionar bem. Como minha área é a maquiagem prefiro focar nisso, então vou fazer uma compilação do que apareceu e do que eu gostei ou não curti muito.

Essa make é do desfile da Animale. Nossa! Lindinha e super fácil de fazer! Misturinha de tons de cinza esfumados, com algum brilho bem sutil e uma pele muito bem elaborada, mas parecendo natural e com um contorninho bem ali, na medida certa! 


 Aqui é a makeup da Ellus que veio com uma tendência que será muito forte no inverno, o delineado. Para quem ama, o gatinho continua! E ainda mais intenso, mais grosso, mais estruturado desenhando formas, dando ângulo diferentes aos olhos. Ah! As cores continuam, ok. As cores virão para dar ainda mais feminilidade à maquiagem.


Desfile da Osklen...não curti nem a coleção nem a makeup. Não gosto muito de roupas que não valorizam as formas do corpo feminino (gente, é a minha opinião, ok) e achei essa coleção quadrada. Adoro roupas largas, calças pantalonas, camisetas grandes, mas alguma coisa tem que ter forma de corpo. Quanto a make, era apenas pele muito, mas muito bem elaborada, tão bem elaborada que olhamos e achamos que a modelo nasceu assim, com a pele perfeita. Essa será, já está sendo na verdade, tendência no próximo inverno. Agora, reparem nas sobrancelhas...não apenas no desfile da Osklen, mas na maioria a sobrancelha está mais grossa e muito marcada. Eu adoro porque delineia o rosto e  porque a minha é ridiculamente fina e detesto.


Alexandre Herchcovitch é alucicrazy, mas eu adoro. Sempre acho legal as coisas que ele faz. Adorei esse cabelo e a make meio gótica. Meninas, o batom preto não quer dizer que você deva investir num batom dessa cor, mas sim que você poderá continuar usando os batons super escuros que você já comprou nesse inverno de 2013, graças a Deus eles continuarão em alta!! E ainda mais escuros!! Continuem percebendo a pele e sobrancelhas.


Contornos marcados e muito iluminador acima das maçãs do rosto! Adoro! A make do desfile da Glória Coelho foi muito amor! Olha aí um batonzinho colorido, minha gente! Continuo insistindo na pele perfeita e sobrancelhas marcadas...


 A Colcci veio com a Gisele Diva Bündchen e com os olhos esfumados em tons de marrom e berinjela  também com alguma cintilancia. Primeira make com blush de leve, mais blush que contorno. percebem que quase ninguém apostou nos contornos muito marcados? Eu amo tanto...fiquei triste, mas a pele perfeitinha compensou. Vejam a sobrancelha fortona aí de novo!


Bonecas de porcelana em vestidos extremamente femininos e lindos! Muito amor pela coleção do Samuel Cirnansck! Mas, cuidado com a makeup! Olhos de boneca com cut crease bem desenhado no estilo Twiggy de ser...não! Aproveitem o que pode ser aproveitado: bastante iluminador, pele perfeita, e sobrancelhas marcadas.

Puderam perceber que quando uma tendência surge ela, de alguma forma, aparece em todas as coleções (falo das maquiagens), cada um com sua interpretação e sua necessidade para completar a coleção. Bem, agora é você testar e partir para o abraço, mas só no próximo inverno! Kkkkkkkk! Prometo um post em breve sobre as tendência para o verão 2014, fiz esse antes porque a SPFW foi a poucos dias, do dia 28/10 a 01/11, por isso ainda está aí pairando pela internet.

Me digam as impressões de vocês!!

Monte de beijos!

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Blogterapia: a insustentável MOLEZA do ser - TPM

Oi!

Não! Não está tudo bem! Voltei porque acho que estou tendo a pior TPM dos últimos anos (a cada período de TPM digo isso, a atual é sempre a pior) e preciso de alguém para me ouvir, ou melhor, ler. Usei no título da postagem uma alusão ao título de um livro de Milan Kundera, A Insustentável Leveza do Ser, que por sinal não tem nada a ver com TPM, só usei porque é o que estou sentindo agora, muita moleza, vontade de fazer nada e ficou legalzinho. Deu pra entender? Blahhh!!! 

Aliás, não é bem vontade de fazer nada o que sinto, mas sim vontade de fazer uma lista de coisas, vamos lá:
1) comer todo o açúcar do planeta;
2) comer todo o açúcar que possa haver também fora do planeta;
3) matar alguém com requintes de crueldade, tipo aquela pessoa que dirige passeando a 40Km/h na avenida da praia, pela pista da esquerda, atrapalhando o trânsito, às 15h de uma quinta-feira;
4) congelar meu marido e descongelar quando der vontade;
5) falar muitos palavrões (isso eu faço mesmo!);
6) fazer uma fogueira com todas as minhas roupas e comprar tudo novo;
7) comprar e gastar todo o dinheiro que eu não tenho;
8) comprar mais um pouquinho;
9) comer mais açúcar e
10) gritar mais alguns palavrões!


Enfim, na TPM tudo que não precisa acontecer acontece. Já notaram? Acho que vou fazer um estudo sobre como a TPM e a Lei de Murphy estão diretamente relacionadas, como são diretamente proporcionais. Exemplo, eu moro no 19º andar, que equivale ao 21º na realidade, e hoje todas as vezes que precisei do elevador, se eu estivesse no 19º, eles (os 3!!) estavam no subsolo e se eu estivesse no subsolo eles estavam no 20º andar!! Aí, entrei e tive que dar bom dia, boa tarde ou boa noite para alguém que já estava lá dentro mesmo querendo dizer "bom pra quem?" e virar as costas. Não posso me esquecer dos malas do trânsito pois a história do sujeito a 40km/h que disse na lista acima aconteceu e eu não tinha como sair de trás do pentelho. Então, saí da aula de Pilates menos revoltada porque já tinha acabado com minhas alunas numa aula estilo BOPE (até numerei a galera da turma, 01, 02...) e acreditando que o trânsito já estaria melhor, então... SURPRESINHA!!!! Mega engarrafamento por causa de uma chuvinha xexelenta e, um trajeto que originalmente levaria 15 minutos, levei 1 hora e 10 minutos!! Bem, não preciso entrar no mérito de que as pessoas em Vitória (minha linda cidade) não sabem dirigir na chuva, né...aliás, não só na chuva, mas nos dias de sol também ou qualquer outro dia.

Para você, amiga religiosa, por qual motivo Deus nos fez com esse defeitinho de fábrica? Não bastava só a menstruação? Meu marido reclama de fazer a barba...Ãnnn????? Eu faria a barba todos os dias, feliz, se não tivesse TPM nem um minutinho. Mas eu acho que Buda explicou isso quando disse que sem sofrimento não há libertação. Mas tinha que ser tudo com a gente? E que raio de libertação é essa que me faz usar anticoncepcional, absorvente interno (porque tenho alergia ao absorvente comum), que nos faz menstruar, ter TPM, engravidar, parir? Enfim, tenho certeza que se metade disso acontecesse com os homens o mundo acabaria, porque eles não dariam conta. Já perceberam que uma gripe num homem é praticamente o fim dos tempos para eles? Então imagina se precisassem passar por todas as coisas que passamos!? Acabou-se o mundo! 

Então, minha amiga, se você também sofre muito na TPM, transforme essa sua revolta, esse ódio dentro do seu coraçãozinho em humor! Não corra risco de ter que receber visitas íntimas de seu digníssimo esposo no presídio por ter matado alguém quebrando cada articulação do corpo da vítima, nem gaste todo o limite do seu cartão de crédito se seu salário equivale a 1/3 desse limite e também não coma todo o açúcar do mundo porque além de engordar pode te deixar diabética. Entretanto, se você não consegue transformar tudo em piada, vá para dentro do banheiro, ligue seu chuveiro bem forte e com água bem quentinha e comece a cantar todos os palavrões que você conhece. É! Cantar! Pense numa música que você goste e mude a letra para os palavrões mais cabeludos que você conhecer, mas cante bem alto e se puder dê uns pulos (com cuidado, por favor), faça bate-cabelo (aquele lance de rodar a cabeça fazendo um estilo Joelma do Calypso) e não se olhe no espelho, porque o espelho é pior inimigo da mulher em TPM!

É isso! Sem mais! Eu só preciso menstruar e a vida volta a ser colorida...


E sem monte de beijos hoje porque estou de mau humor... Um beijinho só basta!

Dica de amiga da semana: BB Base Multi Benefício da Natura

Oi, amigas!

Hoje tem dica de produto que amo, é o BB Base Multi Benefício da Natura, que é como um BB cream, mas está mais para uma base com protetor solar do que para BB cream. Esse eu descobri por acaso com uma amiga que vende produtos da Natura, ela comprou a cor errada para ela, acabou pedindo outra e ficou com a primeira encalhada. Ela já havia me dito que era ótimo e quando experimentei, a cor ficou perfeita!! Perfeita mesmo, gente! Mais perfeita que a maioria das cores de bases que tenho pra mim! Incrível!


Além da cor que ficou perfeita, a textura é impecável, principalmente para quem tem pele oleosa. Muito sequinho mesmo, tem um efeito matificante impressionante, além disso tem fator de proteção solar 30. Eu passei meu pó por cima porque tenho o hábito, mas não é necessário, você pode usá-lo sem pó de tanto que ele seca na pele. O preço é razoável, comprei por R$35,00 porque estava na promoção, mas o preço normal é R$55,00. Achei perfeito se você precisa fazer maquiagem durante o dia, já que tem ótima durabilidade (ficou o dia todo no meu rosto), boa cobertura e controle da oleosidade.

Os probleminhas: não dá para experimentar porque a compra é feita pela revista (eu dei muita sorte!), as cores na revista são muuuuuiiiito diferentes da realidade, a minha cor é a MÉDIA; a embalagem é pequena e o produto não rende muito quando espalhado no rosto, como uma base normal, o que faz com que usemos mais produto e dure pouco. Ainda com relação à cor, como sou bem branca, certamente eu pediria a cor mais clara, mas pelo que percebi, a mais clarinha é meio rosada e muito branca.


As cores nessa foto estão mais próximas da realidade, mas na revista estão mais distorcidas, lá diz que apenas a cor clara é para pele clara e que a média e a castanha são para pele morena. Nunca compro coisas para pele morena porque nunca funciona, mas dessa vez deu certo!

Enfim, podem apostar nesse produtinho porque ele é excelente!!

Monte de beijos!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Mudança de planos na alimentação do Tuco

Olá, mamães e papais!

Na semana passada fiz um post sobre a papinha que eu fazia para o Arthur. Sim! Fazia! Nessa viagem que fizemos no fim de semana ele me deu a deixa para mudar tudo e parar de fazer a papinha e passar a oferecer a comida de casa. Chegou a hora do meu bebezinho crescer, né!?

Se vocês me acompanharam pelo Instagram (@lorenaperdigao) nesse domingo, viram a foto do pratinho de "peão" que o Tuco traçou: arroz, feijão, purê de batata e bife de boi. Ah! E repetiu 3 vezes, só não repeti o purê pois fiquei com medo de ter muita manteiga ou creme de leite, sei lá, daí fiquei com receio.
Prato cheio...
Prato vazio!
Aliás, nessa viagem o Tuco me surpreendeu no quesito alimentação! Era "dedeira" cedinho, 1 pão francês inteiro (as vezes mais uma metadinha) e uma banana e mamão (é, isso mesmo, tudo junto!) na colação, adorou uva-passa, comeu muita carninha e nem deu bola para o raio da papinha da Nestlé que comprei para "cercar a zebra". Comprei uma que vem num pote grandão para acima de 12 meses, experimentei e até achei mais ou menos, mas o Tuco não comeu por nada, o jeito foi dar o quê havia por perto, né.

Hoje aqui em casa o papá foi arroz integral, feijão, abobrinha e batata baroa (mandioquinha) refogadinha (do jeito que fiz no post sobre papinhas), vagem cozida e bife de peito de frango. A foto que vou postar abaixo é do papá de domingo à noite onde só troquei o arroz com feijão por macarrão de letrinha. 

Fiquei muito, mas muito mesmo, impressionada como o Tuco gostou de comer o almoço de hoje! Ele apontava para o prato e me pedia a comida, abria um bocão que fiquei apavorada. Há muito ele não comia desse jeito, acho que já estava passando da hora de mudar radicalmente a alimentação dele, afinal ele já tem até os caninos (estão os 4 nascendo, os de cima já na metade do caminho). Notei também que já não quer tomar a quantidade de leite que bebia antes. Cheguei a dar mamadeiras de 300mL de leite sem lactose para ele, mas agora está mamando apenas 250mL, mas sempre adicionado de um suplemento, o Fortini sem sabor, indicado pela pediatra devido a dificuldade do Arthur em ganhar peso e as gripes intensas e constantes que o fazia perder peso muito rapidamente.


O Fortini não é engrossante de leite, ok. É um suplemento e só é vendido em farmácias. Não use se você apenas acha seu filho magrinho, tem que ter indicação para isso. O Arthur estava com o IMC baixo, quase na linha abaixo da normalidade e a altura muito acima da linha da normalidade. Vou postar essas tabelas aqui embaixo, mas todas essas tabelas estão na caderneta de vacinação do seu bebê, tanto para os meninos quanto para as meninas, é só olhar e começar a marcar para ver se está tudo ok.

Tabela de IMC x idade.

Tabela Altura x Idade para meninos.

Resumão para facilitar a vida!

O Arthur aos 13 meses estava com 78cm e 9,540kg, perceberam a discrepância? Mas tem onde puxar, já que eu e meu marido somos magros (apesar da minha infância gordinha). 

Bem, pessoal, se quiserem mais informações entrem em contato comigo ou procurem no site do Ministério da Saúde.

Monte de beijos!